Vestígios ancestrais com uma extensa cronologia que vão da Pré-história passando pela Idade do Ferro, à época Romana, ao período Paleo-cristão, da era Medieval ao homem moderno. Um acervo que reúne quase todos os períodos da história da humanidade. Um lugar fantasma carregado de história, assim é a Estação Arqueológica do Prazo em Freixo de Numão. Outros achados arqueológicos podem ser observados no Museu de Freixo de Numão, assim como fazendo, por complecto, o Circuito Arqueológico de Freixo de Numão.
Os montes pincelados de verde dos vinhedos, das oliveiras,
amendoeiras entres outras espécies arbóreas, guardiões de culturas distintas, destacam-se
pela beleza paisagística. A seus pés o rio Douro segue o seu curso tranquilamente
e eu sinto-me presenteada por Deus por poder contemplar este achado.
Orientados pelo GPS seguimos a EN222, uma estrada que nos presenteia com paisagens de encanto /penso fazer um post só sobre esta/ a dada altura recebemos a indicação de virar à esquerda e aventura-mo-nos por uma estrada de terra batida, avisto a placa informativa e logo de seguida uma voz robótica avisa a chegada ao destino. Estacionamos o carro e a primeira visão que temos é de uma pequena capela, "Capelinha de São João do Prazo" uma edificação recente construída sobre a inscrição "IOANNIS".
Descemos um pouco e temos uma visão de um labirinto de muros, a mim fascinam-me. Lamentavelmente não disponho de nenhuma informação, alguns painéis informativos elucidam-nos vagamente sobre o que avistamos... percorremos aqueles caminhos com a certeza de os mesmos serem testemunhos de outros povos, outros costumes, outros cultos que não se podem fotografar apenas, dificilmente, imaginar.














