Auch, uma Vila com mais de 2000 anos. Capital da antiga Gasconha e terra natal do mosqueteiro D'Artagnan, um misto de guarda-costas e militar do rei Luís XIV. Imortalizado por Alexandre Dumas, no romance " Os três Mosqueteiros".
A nossa visita a esta localidade deu-se por mera coincidência aquando o nosso road trip de 2017. Precisávamos de fazer uma breve paragem e sem saber o que nos esperava encostamos o carro,
comemos alguma coisa e, quando me desloquei para colocar o lixo no depósito próprio, deparei-me com uma escada monumental e no alto, a estátua de D'Artagnan.
O que seria uma paragem de uns dez a quinze minutos tornou-se um par de horas com muita pena de não podermos estender o tempo.
A visita a este bonita Vila, ficou-se pela Catedral e pela escadaria. Quem sabe um dia regressamos para lhe dedicar o tempo que a mesma merece.
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Sem limites para sonhar, sempre no alcance de grandes aventuras, descobrindo o que de belo esconde o nosso planeta... Por aí... sem vistos ou passaporte!
domingo, 3 de junho de 2018
quarta-feira, 16 de maio de 2018
Um dia por Belmonte
No sopé oriental da Serra da Estrela situa-se a Vila histórica de Belmonte, terra natal de Pedro Alvares Cabral.
Já tinha visitado Belmonte por duas vezes mas em nenhuma delas tinha dedicado o tempo e a atenção que esta maravilhosa vila merece. Desta vez, apesar de dispormos de um único dia conseguimos aproveitar muito bem o período dispensado.
Saímos bem cedo, as ruas estavam desertas, permitindo melhor observação e captação de imagens, por outro lado o Museu dos Descobrimentos, encontrava-se ainda encerrado, ponderámos visitá-lo no regresso ao estacionamento mas tal já não aconteceu.
Instalado no Solar dos Cabrais, o Museu dos Descobrimentos.
Igreja Matriz de Belmonte- Interior ( em cima) exterior ( em baixo)
Já tinha visitado Belmonte por duas vezes mas em nenhuma delas tinha dedicado o tempo e a atenção que esta maravilhosa vila merece. Desta vez, apesar de dispormos de um único dia conseguimos aproveitar muito bem o período dispensado.
Saímos bem cedo, as ruas estavam desertas, permitindo melhor observação e captação de imagens, por outro lado o Museu dos Descobrimentos, encontrava-se ainda encerrado, ponderámos visitá-lo no regresso ao estacionamento mas tal já não aconteceu.
Instalado no Solar dos Cabrais, o Museu dos Descobrimentos.
Do lado oposto encontra-se a estátua de Pedro Álvares Cabral, obra executada por Álvaro de Brée, 1961 e terá sido inaugurada no ano de 1963.
Pelourinho. Sobre uma base de três degraus octogonais, ergue-se uma coluna de granito composta por quatro blocos cilíndricos. No topo, a representação de uma prensa de azeite.
Capela do Calvário do séc. XIX, situada junto ao Castelo.
Muito próxima da capela do Calvário, encontra-se a Capela de Santo António. Estima-se que tenha sido construída no séc. XVI ou XVII
Exterior do Castelo de Belmonte.
Castelo Medieval, tem a sua história ligada aos descobrimentos, uma vez que os seus Alcaides pertenciam à família de Pedro Alvares Cabral.
Anfiteatro do Castelo de Belmonte
Janela Manuelina, na lateral do Castelo de Belmonte
Vista do Castelo de Belmonte. Ao longe a serra da Estrela coberta de neve. Tínhamos estado lá no dia anterior , a serra estava maravilhosa.
Vista do castelo de Belmonte
Capela de Santiago e Panteão dos Cabrais
Interior da Capela de Santiago
Igreja Matriz de Belmonte- Interior ( em cima) exterior ( em baixo)
Sinagoga de Belmonte
segunda-feira, 2 de abril de 2018
Cai Neve na Serra da Estrela
Sob o céu breu da ante-madrugada, percorríamos a estrada em direcção à Serra da Estrela.
Fazia dias que a neve caía sem cessar e era esperado um novo nevão, estavam reunidas as condições ideais para fotografar este bonito fenómeno da mãe Natureza.
Durante longos minutos, observámos em silêncio a montanha adormecida. Não se via vivalma á nossa frente, estrada e montanha eram uma só, como pano de fundo, árvores
vestiam-se de alva brancura e, neste branco no branco, admirávamos extasiados a paisagem extremamente espantosa.
Durante horas, caminhámos por trilhos cobertos de candura, despertámos a criança que há em nós com bonecos de neve , brincadeiras esquecidas de crianças e adultos, admirámos os cristais de gelo e sentimos os macios flocos que lentamente caíam sobre nós e toda a paisagem, tornando-a ainda mais branca.
A tarde caía, o céu denso de nuvens e as temperaturas cada vez mais baixas eram indicadores que um nevão se aproximava. A viagem terminava e eu sentada no banco dianteiro maravilhava-me com a beleza da paisagem.
Muitas vezes a descoberta acontece apenas porque nos permitimos estar lá...
sábado, 20 de janeiro de 2018
Oleiros - Estreito - Álvaro - Orvalho - Rota dos Apalaches
Hoje, revolvendo o baú de fotos despertei memórias adormecidas.
Em Abril de 2016 fizemos uma escapadinha cá dentro, tendo como destino Oleiros, Castelo Branco.
O tempo passa e a mente não ajuda para relatar ao pormenor quão fantástica foi a experiência vivida na altura.
Calcorreando a Serra do Muradal, descobrimos frescas cascatas, desbravámos frondosos bosques, palmilhámos alguns pontos da GR38 Grande Rota dos Apalaches ou Grande Rota Muradal Pangeia
e recuámos milhões de anos, quando os continentes ainda não se tinham separado e fomos, como que transportados para Pangeia, o super-continente de então.
Os Montes Apalaches são uma cordilheira localizada na América do Norte. Uma das mais antigas formações de relevo do planeta. Em Portugal, Oleiros, encontra-se "um pedacinho" dessa cordilheira que o oceano atlântico dividiu... e nós estivemos lá.
Oleiros
Serra do Muradal
A imponente muralha quatzítica que se ergue do denso e exuberante bosque
Cascata D'água alta
Oleiros
Orvalho
A "deusa" da serra do Muradal
Serra do Muradal
Por do sol visto de Orvalho
Rio Zêzere
Miradouro do Zebro
Geossítio do Portelo
Estreito
Oleiros
Etiquetas:
GR38,
Oleiros,
Rota dos Apalaches
Local:
Oleiros, Portugal
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